segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Á venda: Wild Thumper 6 WD

Estou vendendo um chassis Wild Thumper 6 WD (https://www.pololu.com/product/1561).

Além do chassis, ainda estou vendendo:

2 motores Pololu Metal Geramotor 25Dx52L mm com 48 VPR Encoder
3 baterias  Mistery Lithium 5000 MAh
2 Drivers Wingxin model IBT-2 com as seguintes características
.Input voltage : 6V-27V
.Maximum Current : 43A
.Input level : 3.3V-5V

Contatos pelo e-mail karl.benz@terra.com.br




Linha de montagem da BMW




quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Arduino IMU: Pitch & Roll from an Accelerometer

One day, looking for cheap sensors on ebay, I found this interesting board which contained everything I was looking for. It basically consists of a 3-axis accelerometer (ADXL345), a 3-axis magnetometer (HMC5883L), a 3-axis gyroscope (L3G4200D) and a barometric pressure sensor (BMP085). My plan is to build an Inertial Measurement Unit (IMU) (or maybe I should call it Attitude and heading reference system (AHRS)) and in the process learn how to interact and interpret the information all of this sensors provide. The fact is I have some experience using IMUs since I used one on my master thesis and another one on the Avora AUV, but the fact is they come preprogrammed and there is not much point in working with the raw sensor data unless you want to improve the measurement or give it another use.


Leia o resto em The C Continuum.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Molde a partir de impressão em 3D pode substituir o gesso

Quando ocorre uma fratura é sempre o mesmo problema: com o gesso vem a coceira, o mau-cheiro, em função do local da fratura ficar abafado. Pois, um projeto desenvolvido pela Universidade de Wellington (Nova Zelândia), liderado por Jake Evill promete acabar com isso.

Denominado de Cortex, eles criaram um molde impresso em 3D - leve, ventilado, lavável e que pode ser reutilizado - que substitui o gesso. Além do departamento de design, participaram do projeto o departamento de ortopedia.

Cortex é leve e pode ser reutilizado Foto: Divulgação


A ideia é que um software receba as imagens de raio-x da fratura, mais o escaneamento 3D do membro, e determine a forma e a medida ideal do Cortex para ser aplicado na fratura. 

Sobre a questão do tempo, Jake Evill explica que: "No momento, a impressão 3D do molde leva cerca de três horas, enquanto um molde de gesso leva só três a nove minutos, mas exige 24 a 72 horas para ficar totalmente firme. Com os avanços da impressão 3D, poderemos ver uma grande redução no tempo necessário para imprimi-lo no futuro", disse o designer.

As partes mais densas do molde ficam concentradas em torno da fratura em si. O molde poderia então ser impresso em duas partes, e depois montado usando prendedores permanentes, até que o processo de cura esteja completo. Para retirá-lo, como de costume, ele teria que ser serrado. O procedimento deve ser feito num hospital.


As informações são da Dezeen Magazine.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Os robôs soviéticos da série Venera (I)

O Programa Venera se estendeu de 1961 até 1983; seu objetivo era a exploração robótica de Vênus.

A primeira tentativa foi efetuada com um lançamento parcialmente fracassado, em 4 de fevereiro de 1961. A nave foi chamada de Venera 1a, e foi lançada em órbita, a partir do Sputnik 7, com quase 6.500 quilos, que era uma plataforma de lançamento de um satélite Venera com destino a Vênus.

Em 12 de fevereiro de 1961 foi lançada a Venera 1, a partir do Sputnik 8, em órbita terrestre baixa. O Sputnik, com cerca de 6.500 quilos, lançou a Venera (cerca de 650 quilos) a partir da órbita terrestre rumo a uma órbita solar. Os objetivos da Venera, além de adquirir tecnologia sobre lançamentos diretamente do espaço, eram o teste de comunicações em distâncias muito longas e controle da estação espacial (Sputnik 8), além de diversos outros experimentos científicos, tais como um cálculo mais preciso das dimensões do Sistema Solar.

A Venera 1 foi a primeira nave disparada em direção a Vênus. Possuía um corpo cilíndrico com uma espécie de redoma no topo, com uma altura total de cerca de 2 m, e havia dois painéis solares laterais de dimensões relativamente pequenas.

Uma antena grande (mais de 2 m de diâmetro), de alto ganho, era a responsável pela recepção dos sinais de controle, e uma antena linear longa transmitia os sinais à Terra.

Os instrumentos científicos da nave incluíam um magnetômetro, detectores de íons, detectores de micrometeoritos e radiação cósmica. A redoma no topo da nave continha uma esfera pressurizada que continha as insígnias soviéticas, e era projetada para flutuar nos presumíveis oceanos de Vênus, após o pouso (a nave não continha retrofoguetes).

A missão, no entanto, não obteve êxito: uma semana após o lançamento, quando a Venera 1 estava a aproximadamente 2 milhões de km da Terra, o contato com a nave foi perdido. Em 19 de maio de 1961, a Venera 1 passou a cerca de 100.000 km de Vênus e entrou em órbita do Sol.
Houve, a seguir, diversas tentativas fracassadas de missões a Vênus:

Satélite
Data
Comentários
Sputnik 19 25/ago/1962 não saiu da órbita da Terra
Sputnik 20 1/set/1962 falha parcial
Kosmos 21 11/nov/1963 não saiu da órbita da Terra
Kosmos 27 27/mar/1964 não saiu da órbita da Terra

Novo fracasso com a Venera 2, lançada em 12 de novembro de 1965, que carregava um sistema de TV e instrumentos científicos. Em fevereiro de 1966, antes de alcançar Vênus, as transmissões pararam. A nave passou a 24.000 km de Vênus, e entrou em órbita solar.

A Venera 3, lançada em 16 de novembro de 1965, tinha como missão pousar na superfície de Vênus. Era constituída por um sistema de comunicações de rádio, instrumentos científicos e fontes de energia. Carregava um medalhão com as insígnias soviéticas. A nave, cujas comunicações com a Terra falharam antes dela alcançar a órbita, atingiu a superfície do planeta no dia 1 de março de 1966.

Em 23 de novembro de 1965 foi lançado o Kosmos 96, considerado como integrante do Programa Venera. A nave falhou em sua missão. Mais um fracasso com o lançamento de nova nave Venera, em 26 de novembro de 1965.

A nave Venera 4, lançada em 12 de junho de 1967, conseguiu transmitir informações durante a sua descida na atmosfera quente de Vênus. Em 18 de outubro de 1967 a nave entrou na atmosfera do planeta, e liberou uma cápsula com dois termômetros, um barômetro, um altímetro e medidores de densidade do ar, 11 analisadores de gás e dois rádio-transmissores.
O módulo principal da nave carregava um magnetômetro, detectores de raios cósmicos, indicadores de oxigênio e hidrogênio e detectores de partículas. O módulo de descida conseguiu transmitir informações durante a descida, até alcançar a altitude de 25 km (freiado por pára-quedas), até ser destruído pelas terríveis condições atmosféricas de Vênus.

Em 17 de junho de 1967 foi lançado o Kosmos 167, considerado como integrante do Programa Venera, com o objetivo de estudar a atmosfera superior terrestre e o espaço exterior. Não saiu da órbita terrestre.

Em 1969 foram lançadas duas naves gêmeas com destino a Vênus, tendo ambas alcançado os seus objetivos. A Venera 5, lançada em 5 de janeiro de 1969, e a Venera 6, lançada em 10 de janeiro de 1969, transmitiram dados durante a descida na atmosfera venusiana. Ambas as naves (cada uma de 405 quilos) eram semelhantes à Venera 4, mas com um projeto mais robusto.

Cada nave carregava um módulo de pouso, dotado de pára-quedas, além de instrumental científico. Também carregavam as insígnias soviéticas e um baixo-relevo de Lênin. A Venera 5 lançou o seu módulo de pouso no lado escuro de Vênus em 16 de maio de 1969, e a Venera 6 o fez no dia seguinte.

As duas cápsulas resistiram por aproximadamente 50 minutos, transmitindo informações sobre a atmosfera do planeta.

Um grande sucesso foi obtido pela Venera 7, lançada em 17 de agosto de 1970. O módulo de pouso da nave conseguiu transmitir dados durante os 35 minutos de descida na atmosfera, e mais 23 minutos após o pouso, no dia 15 de dezembro.

Foi o primeiro artefato humano a pousar suavemente em outro planeta e conseguir transmitir informações durante certo tempo.

Novo fracasso ocorreu com o satélite Kosmos 359, lançado em 22 de agosto de 1970.
Em 27 de março de 1972 foi lançada a Venera 8. Seus instrumentos incluíam medidores de temperatura, pressão e luminosidade.

Após 4 meses de viagem, o módulo de pouso da Venera 8 transmitiu informações até 50 minutos após o pouso, confirmando as informações colhidas pela Venera 7 no que diz respeito aos altos valores de temperatura e pressão atmosférica.




Módulo de pouso da Venera 8

A luminosidade de Vênus mostrou-se similar à dos dias nublados na Terra.

Mais um fracasso ocorreu com o satélite Kosmos 482, lançado em 31 de março de 1972.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Nasa paga US$ 125 mil para criação de impressora 3D de comida

Pesquisa pretende criar impressora capaz de imprimir comida para astronautas em missões de longa distância. Tanto o hardware quanto o software serão abertos.

A agência espacial americana está financiando um projeto para a criação de um protótipo de impressora 3D capaz de criar comida. O engenheiro mecânico Anjan Contractor recebeu uma doação de US$ 125 mil da Nasa, que espera que a impressora 3D possa criar alimentos para os astronautas em viagens espaciais de longa distância. As informações são do site The Verge.

O criador do projeto, no entanto, não pretende que sua criação se limite a imprimir comida para astronautas. O software da impressora será aberto, e o hardware é baseado no código-fonte também livre da impressora 3D RepRap Mendel. O projeto poderia resolver a crescente escassez de alimentos em todo o mundo através da redução dos resíduos.

A impressora usa cartuchos com pó para fabricar a comida. Através da combinação desses cartuchos, uma ampla gama de alimentos poderia ser criado pela impressora. Cada cartucho poderia ter uma validade de 30 anos, o que permitiria viagens espaciais de longa distância.

O engenheiro já provou que seu sistema funciona em um nível básico de impressão de chocolate.


O próximo passo da pesquisa é tentar imprimir uma pizza. A impressora vai criar uma primeira camada de massa e depois, com uma mistura de tomate em pó, água e óleo, irá imprimir o molho. A cobertura será uma "camada de proteína".


segunda-feira, 20 de maio de 2013

RepRap (impressora 3D) III

O pior inimigo de uma impressora 3D: um nó no filamento de plástico...


Outro problema que ocorre com freqüência no sistema de extrusão: o entupimento do terminal extrusor.

No site (em inglês), existe uma lista de problemas e suas soluções.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

A NASA começou a testar seu novo rover (terrestre)  na camada de gelo da Groenlândia, esta semana: o GROVER, que significa, simultaneamente, Greenland Rover e Goddard Remotely Operated Vehicle for Exploration and Research. É um robô autônomo, operado por energia solar, que carrega um radar de penetração no solo para examinar as camadas do manto de gelo da Groenlândia.
 


Seus resultados irão ajudar os cientistas a entender como ocorrem os ganhos e as perdas da enorme camada de gelo da Groenlândia. A equipe do GROVER, liderada pela glaciologista Lora Koenig, do Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland, chegou a Summit Camp, o ponto mais alto na Groenlândia, em 6 de Maio de 2013.

O robô autônomo Grover pesa cerca de 360 kg e tem quase 2 metros de altura. Ele é alimentado por dois painéis solares que ficam no topo, com um formato de V invertido. Isso serve para captar a luz do sol e seu reflexo no gelo.



Inicialmente o controle remoto será feito por conexão wi-fi a uma distância de até 3 km, mas existe a expectativa de futuramente controlá-lo por um link de satélite.

Segundo o Eng. Michael Comberiate, gerente do projeto, "O GROVER é semelhante a uma espaçonave, com a diferença de operar no solo da Terra. Ele tem de sobreviver sozinho por meses em um ambiente hostil, com apenas alguns comandos para pesquisar o seu status e dar-lhe algumas indicações de como resolver situações nas quais se encontra".

Fontes:

terça-feira, 7 de maio de 2013

RepRap (impressora 3D) II

Projetos, construções e repraps - Log de construção da Prusa V2 e demais projetos do Raphael Vinagre. Site bastante útil para quem quer montar uma RepRap, pois o autor descreve a sua experiência na montagem, problemas surgidos, soluções encontradas.

Diversas seções, entre elas: Glossário de Peças, Referências RepRap (com links para outros sites em português), Sistemas da Reprap.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

'Did we just kill a kid?' The moment drone operator realized he had vaporized a child

Dois vídeos chocantes: no primeiro, o velho ufanismo americano, quando 2 operadores de uma estação de controle de "drones" (veículos aéreos não tripulados) em Nevada atingem um alvo móvel, supostamente um terrorista, no Afeganistão. São meros imbecis cumpridores de ordens - qualquer semelhança com os soldados nazistas não será mera coincidência.

No segundo vídeo, um operador deste mesmo equipamento se dá conta de que "vaporizou" uma criança. As cenas são muito chocantes, mas quando se lida com tecnologia assassina é bom conhecer os dois lados.




quarta-feira, 24 de abril de 2013

Brasil cria robôs mil vezes mais precisos na montagem de aviões

Três robôs de grande porte vão aumentar em mil vezes a precisão na montagem de aviões brasileiros. O desenvolvimento dos autômatos, uma parceria entre o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), foi concluído em dezembro, após um ano de pesquisas e testes.

Os robôs fazem parte de um sistema automatizado de montagem estrutural, ou seja, trabalham no processo de unir as partes metálicas da aeronave. Ao Terra, Paulo Pires, gerente de automação industrial da Embraer, e Francisco Soares, diretor de engenharia manufatura da companhia, explicam que há duas etapas: furação e cravação de rebites. A indústria brasileira ainda não usa robôs neste processo, embora em outras partes do mundo a tecnologia já exista.

A vantagem do uso dos robôs é que eles garantem mais precisão na montagem, diminuindo a chamada taxa de "perfeitos por milhão" (PPM) de até 3.000ppm, no caso do processo manual, para cerca de 3ppm, com auxílio robótico. "Na indústria automobilística, que é similar à aeronáutica, os robôs têm precisão da ordem de milímetros, mas quando se parte para a fabricação de aviões, nossos robôs precisam ter precisão de décimos de milímetros", explicam os executivos da Embraer. "É o equivalente a um fio de cabelo", comparam.

Essa diferença impossibilita usar os robôs das fábricas de carros na produção de aeronaves, o que justifica a criação de autômatos específicos. Além disso, na planta automobilística cada máquina desempenha uma única função e em alta cadência, pois produz cerca de três mil veículos por dia. Por outro lado, na aeronáutica a flexibilidade é mais importante, uma vez que são fabricados 10 aviões por mês e um mesmo robô precisa ser capaz de perfurar e cravar rebites em diferentes metais e distintas posições.

Dos três robôs desenvolvidos na parceria, dois são braços antropomórficos, ou seja, têm estrutura que lembra um membro humano e se movem livremente. O terceiro, e também último a ser entregue, é do tipo cartesiano, que se move nas coordenadas X e Y do plano homônimo. "Ele é menos flexível, porque não fica livre no espaço como os outros, que têm manipuladores e torres, por outro lado é mais preciso", resumem Pires e Soares.


Avanço para todo o setor

No acordo entre Embraer e ITA, com financiamento do Finep, a instituição de ensino ganhou o Laboratório de Automação da Montagem Estrutural de Aeronaves (LAME), espaço usado para o desenvolvimento dos robôs e ligado ao Centro de Competência em Manufatura da universidade, em São José dos Campos (SP). "O ITA já é um centro de excelência em tecnologia aeronáutica, e a parceria permite a formação de pessoas e processos para atender à indústria nacional e realmente colocar o Brasil em posição de destaque no cenário mundial", explicam os representantes da companhia.

Além dos benefícios diretos do desenvolvimento dos robôs, os executivos da Embraer destacam que outros elos da cadeia produtiva do setor também se beneficiam da pesquisa concluída neste mês. "Os resultados são compartilhados em relatórios periódicos, apresentações em workshops e oficinas com participação de acadêmicos, e outras indústrias podem usar as mesmas tecnologias que desenvolvemos", concluem.

Texto de p/ o Terra

terça-feira, 23 de abril de 2013

Build Your Own Z80 Computer

Este é um livro clássico de meados dos anos 80: Build Your Own Z80 Computer, de Steve Ciarcia.


As discussões da época giravem em trono de 2 processadores: o Zilog Z-80 (baseado no Intel 8080, então em decadência) e no 6502 (inicialmente fabricado p/ MOS Technology, e depois por outras indústrias). O Z-80 foi a base do computador da Radio Shack, o TRS-80, e o 6502 era o coração do Apple II, da dupla Steve Jobs e Steve Wozniak.

E a Intel, posteriormente, recuperou o mercado perdido, fabricando a linha 8086, 8088, 80186, 80286, 80386, Pentium e seus sucessores, mas esta história já é mais recente.

Há abundante material na internet sobre o Z-80 e o 6502, mas quero destacar o site Retro Computing, do holandês Hans Otten, que possui cópia em pdf do livro Build Your Own Z80 Computer p/ download. Há também uma mostra das capas de alguns livros sobre o Z-80 em outro site, de Ira Goldklang, bem como descrição dos modelos do TRS-80, revistas e amplo material de consulta.

Quem trabalhou com microprocessadores naquela época dificilmente irá resistir à tentação de dar uma olhada...